Opinião - Linha 7-Rubi da CPTM: um histórico de dilapidação e descaso

Foto: Google Imagens
A linha 7-Rubi da CPTM, que tem a estação Luz como ponto de chegada e partida, é a mais longa de toda a rede metroferroviária paulista, com quase 61 quilômetros de extensão. Além das estações existentes na capital (Barra Funda, Água Branca, Lapa, Piqueri, Pirituba, Vila Clarice, Jaraguá, Vila Aurora e Perus), atende aos municípios de Caieiras, Franco da Rocha, Francisco Morato, Campo Limpo Paulista, Várzea Paulista e Jundiaí. 

Inaugurada há exatos 150 anos (1867) como São Paulo Railway (SPR), atual Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), é a mais antiga via sobre trilhos de São Paulo. Mas é, também, a que se encontra em estado mais deplorável tanto em boa parte do percurso da linha como, principalmente, nas estações de paradas dos trens, algumas delas ainda com modelo construtivo e padrão de funcionamento da época do final do século XIX. Para se ter uma ideia do caos, de janeiro a setembro deste ano foram registradas cerca de 180 notificações de falhas de funcionamento, uma média de 20 por mês. 

Com isso, sem receber investimentos necessários para sua manutenção, modernização e requalificação da linha, cerca de 500 mil usuários, por dia, vivem em riscos constantes: uma aventura perigosa, cotidianamente, apenas pelo ato de utilizar esse transporte público, inclusive com a circulação de trens fabricados em 1957, ou seja, em funcionamento há seis décadas. 


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1 Comentario "Opinião - Linha 7-Rubi da CPTM: um histórico de dilapidação e descaso"

  1. Apenas uma pequena correção a linha 10 turquesa é mais antiga, pois seu trecho foi construído primeiro , visto que os ingleses vieram do litoral para a capital e seguiram para o interior

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